Do Caderno da Yana
Textos escritos aqui, no ritmo de quem escreve à mão antes de publicar.

Refúgios sem sinal: lugares para esquecer o Wi-Fi e lembrar de si

O que a manhã pede
Descobri, sem querer, que a primeira hora do dia não pede produtividade. Pede companhia.

Um banco, uma manta, meia hora
Nem toda pausa precisa de passagem aérea, fim de semana livre ou permissão de alguém.

As flores que eu deixo secar
Sobre guardar o que já passou do ponto — e por que isso não tem nada de tristeza.
