Pular para o conteúdo

Do Caderno da Yana

Textos escritos aqui, no ritmo de quem escreve à mão antes de publicar.

Uma mesa de madeira no jardim, com um livro aberto, uma vela acesa e um vaso de flores secas.

O que a manhã pede

Descobri, sem querer, que a primeira hora do dia não pede produtividade. Pede companhia.

Um banco de madeira no jardim, com uma manta dobrada no encosto, um lampião aceso e uma pilha de livros.

Um banco, uma manta, meia hora

Nem toda pausa precisa de passagem aérea, fim de semana livre ou permissão de alguém.

Vasos de flores secas sobre uma bancada de madeira, diante de uma janela iluminada por dentro.

As flores que eu deixo secar

Sobre guardar o que já passou do ponto — e por que isso não tem nada de tristeza.

Um banquinho de madeira com uma manta de franjas, sobre um caminho de pedras no jardim.

Sobre não ir a lugar nenhum

Uma defesa do ócio para quem cresceu ouvindo que parar é preguiça.