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Do Caderno da Yana

Textos escritos aqui, no ritmo de quem escreve à mão antes de publicar.

Um caderno. Na capa fotos e um selo antigo.

Memórias são presentes para o futuro

Um caderno aberto de páginas creme é segurado por um polegar no canto inferior esquerdo. Na página direita, dois pedaços de fita prendem uma ilustração impressa em papel de bordas irregulares. Ela mostra um cérebro colorido em aquarela, com olhos fechados e um sorriso largo. Tons de azul, verde, amarelo e rosa se misturam entre manchas de tinta, notas musicais e uma flor que brota do cérebro. Ao redor do caderno, aparecem flores secas, um livro e uma xícara com a frase “Coisas boas ainda acontecem”. A luz suave da janela ilumina a cena, transmitindo aconchego e tranquilidade.

Cores que acalmam: descubra a paleta ideal para um ambiente sereno e inspirador

Cartão postal com uma moça. Tudo desenhado

Refúgios sem sinal: lugares para esquecer o Wi-Fi e lembrar de si

Uma mesa de madeira no jardim, com um livro aberto, uma vela acesa e um vaso de flores secas.

O que a manhã pede

Descobri, sem querer, que a primeira hora do dia não pede produtividade. Pede companhia.

Um banco de madeira no jardim, com uma manta dobrada no encosto, um lampião aceso e uma pilha de livros.

Um banco, uma manta, meia hora

Nem toda pausa precisa de passagem aérea, fim de semana livre ou permissão de alguém.

Vasos de flores secas sobre uma bancada de madeira, diante de uma janela iluminada por dentro.

As flores que eu deixo secar

Sobre guardar o que já passou do ponto — e por que isso não tem nada de tristeza.

Um banquinho de madeira com uma manta de franjas, sobre um caminho de pedras no jardim.

Sobre não ir a lugar nenhum

Uma defesa do ócio para quem cresceu ouvindo que parar é preguiça.